maio 15, 2011

Bye Brasília

Depois de ter passado três anos em Brasília, minha terra natal me chamou com sua voz suave e garoa fina. Aprendi muitas coisas com as pessoas que dividiram comigo um pouco de mim e eu delas. Não deixei boa impressão para uns, para outros ficou o mistério, ainda teve aqueles que receberam minha dedicação e apoio, além daquelas que ganharam um pouco mais de alegria no dia a dia de trabalho e superações. Muitos amigos deixarei, outras saudades ficarão e o melhor de tudo é saber que a roda gira e o caminho foi percorrido.



Do fundo desta noite que persiste
A me envolver em breu - eterno e espesso,
A qualquer deus - se algum acaso existe,
Por mi’alma insubjugável agradeço.
Nas garras do destino e seus estragos,
Sob os golpes que o acaso atira e acerta,
Nunca me lamentei - e ainda trago
Minha cabeça - embora em sangue - ereta.
Além deste oceano de lamúria,
Somente o Horror das trevas se divisa;
Porém o tempo, a consumir-se em fúria,
Não me amedronta, nem me martiriza.
Por ser estreita a senda - eu não declino,
Nem por pesada a mão que o mundo espalma;
Eu sou dono e senhor de meu destino;
Eu sou o comandante de minha alma.

maio 11, 2011

Vou deixar...

Pessoas queridas,

Faz tempo que não posto coisas interessantes como de costume no blog, na verdade fazia tempos que não via o dia, muito menos desejava à alguem um bom dia, ainda mais o JK! Esse será o último post, pelo menos seguido, da minha vida particular, daquilo em que acredito e credito sobre o que acontece diariamente comigo na cidade planejada para ser um museu no centro de Goiás, capital federal e morada de candangos vindos de todo o território nacional.

Hoje, deixarei a vida me levar...



Foto da Sweety Caroline no Vietnan - Ainda bem que já achei onde está minha bicicleta verde!

Vou deixar a vida me levar
Pra onde ela quiser
Estou no meu lugar
Você já sabe onde é...
Não conte o tempo por nós dois
Pois a qualquer hora
Posso estar de volta
Depois que a noite terminar...
Vou deixar a vida me levar
Pra onde ela quiser
Seguir a direção
De uma estrela qualquer...
Não quero hora pra voltar
Não!
Conheço bem a solidão
Me solta!
E deixa a sorte me buscar...
Nananã!
Eu agradeço tanto a sua escolta
Mas deixa a noite terminar...

maio 05, 2011

Um homem bateu em minha porta e eu abri


Não tem nenhum sentido, ao menos pra mim.
A lembrança das meninas pulando corda no ritmo, os meninos brincando de taco na rua e todos gravaram a música na memória.

maio 02, 2011


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